Quando esquecem que o contribuinte é um consumidor

Um fato ocorrido esta semana demonstra bem a maneira incoerente com que estado, em todo lugar, age com o cidadão. É comum ouvir do poder público que cabe a ele defender o mais fraco, um argumento muitas vezes sustentado pela alegação do egoísmo do interesse privado. Mas não é bem assim, a truculência com que o estado trata o cidadão mostra que não é o protetor que diz ser.

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O corpo e a dignidade humana

Por Rodrigo Couto

As tradições de inúmeros povos costumam moderar os usos do corpo, algo evidenciado desde o cotidiano (por exemplo, pelas regras relativas ao vestuário e nudez), até os ritos de passagem mais importantes. Tradicionalmente, o aprimoramento de atos da vida civil depende não apenas da disposição das partes, mas de manifestações físicas, como com a consumação do matrimônio. A volição do espírito, embora importante, não seria suficiente para a ultimação, e isso faz do corpo algo além de mero invólucro para a consciência, e possuidor de grau de dignidade superior ao conferido a um simples veículo para a comunicação das vontades individuais. O Cristianismo contemplou esse fato, evidentemente, com a Encarnação, suficiente para demonstrar o valor singular das formas humanas. O mesmo valor foi demonstrado com a Ressurreição.

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José Mayer, UFMA e o estupro da realidade

Por Lourival Souza

As providências tomadas em relação aos estupros ocorridos na UFMA e o assédio de José Mayer tem muito a nos dizer sobre a nova forma de um velho hábito: a promoção da impunidade.

Surge por aqui o argumento da “cultura do estupro”, ou seja, a de que nossa sociedade é educada para tal, com efeito, todo homem é um potencial estuprador. Pronto, não existem mais inocentes e culpados, só estupradores e potenciais estupradores. Perceberam a insanidade?

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O batimento cardíaco do feto não prova a vida?

Por Wesley J. Smith

Puxa vida, alguns na esquerda continuam fingindo que não sabemos quando começa a vida humana.

Claro que sabemos. Isto é uma questão científica. Os livros de embriologia elucidam a concepção.

Isso significa que eu e você somos o mesmo organismo desde aquele momento em que éramos uma célula.

As vezes as tentativas de negar essa realidade científica são uma comédia, como neste artigo de Elissa Strauss  que reivindica que uma batida de coração não é necessariamente prova de vida, como no artigo Quando a vida começa? Não é tão simples:

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Como o STF está abrindo o caminho para uma revolução

Por Arthur Dutra

 

Não é de hoje que o Supremo Tribunal Federal conquistou um certo protagonismo na vida pública brasileira, algo que se deu – não por coincidência – após a promulgação da Constituição de 1988. Os pronunciamentos da nossa Suprema Corte têm despertado os ódios e as paixões típicos da política partidária, o que por si só já é digno de nota, visto que no arranjo original dos poderes concebido por Montesquieu, é justamente o Judiciário aquele mais discreto e menos propenso às idas e vindas do calor do embate político, pois lhe caberia tão somente a aplicação das leis produzidas no Parlamento.

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Reflexões para o movimento liberal e conservador

Completo em 2016, dez anos de envolvimento com a divulgação das ideias liberais, conservadoras e tudo que achei necessário defender. Comecei na faculdade e não parei desde então: DA, DCE, partido político, estudos, leituras, conversas, editora, eventos e a fundação de dois institutos. Uma boa bagagem. Assisti nesse período uma escalada de popularidade que sequer imaginei: institutos, eventos, tendências, adesão de celebridades e as editoras. Estas últimas, o salto da década.

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Uma doença mental chamada aborto

Por Lourival Filho – Atualizado em 30/11/16

Todo problema deve ser tratado com sobriedade e compromisso com a verdade. Esse é o espírito intelectual. Do contrário, posições não passam de preconceitos organizados que só agravam a situação. Por isso, leio artigos e vou a eventos onde existem opiniões diferentes das minhas, pois sempre há algo que pode ser aproveitado. A opinião do opositor honesto pode levantar um ponto de vista ou uma informação que eu não tenho.

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A tragédia do PROCON e daqueles que só querem ajudar

Por Lourival Filho

 
Aviso de cara que sempre critico com a melhor das intenções, pois o contraditório nas terras do Maranhão tem status de ofensa e quase sempre é creditado a intriga de grupo político. Esta semana fiquei sabendo de mais uma ação do PROCON que a meu ver não compreende ainda a dimensão do que é defender o consumidor. Reconheço que há por parte deles boas ações, boas intenções e motivação. No entanto, o foco de suas ações acusa a falta de sólido fundamento em ciências sociais, especificamente em economia.

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Gramsci e o Brasil

Por Marcel Domingos Solimeo

O livro A Revolução Gramscista no Ocidente, de Sergio Augusto de Avellar Coutinho, embora não seja tão recente, continua cada vez mais atual, porque, à medida que o tempo passa, verifica-se que avançamos muito na aplicação da estratégia definida por Gramsci para a conquista do poder. Fatos e ações que parecem isolados apresentam uma direção e um objetivo comum na linha definida pelo filósofo italiano.

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Mitterrand e os 40 ladrões – clonagem?

Por Luiz Roberto Sabatto

(Artigo originalmente publicado na Revista dos Tribunais, 820, fevereiro de 2004, p. 97. Republicado no site do Expresso Liberdade pela atualidade e importância.)

Vergada pelo incontestável e já no poente, a gestão de FRANÇOIS MITTERRAND não ousou reagir contra as acusações da extensa monografia de JEAN MONTALDO, cujo título, “MITTERRAND ET LES 40 VOLEURS” (“MITERRAND E OS 40 LADRÕES”), só não ensejou abertura de inquérito por calúnia, difamação ou injúria ao Presidente da França certamente para não expô-lo à exceção da verdade.

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