Quando esquecem que o contribuinte é um consumidor

Um fato ocorrido esta semana demonstra bem a maneira incoerente com que estado, em todo lugar, age com o cidadão. É comum ouvir do poder público que cabe a ele defender o mais fraco, um argumento muitas vezes sustentado pela alegação do egoísmo do interesse privado. Mas não é bem assim, a truculência com que o estado trata o cidadão mostra que não é o protetor que diz ser.

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Roberto Campos -100 anos em grande estilo

A Livraria Resistência Cultural Editora nos brinda no centenário de Roberto Campos com uma bela coletânea de textos sobre o grande pensador brasileiro do século XX.  Saiba mais abaixo.

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“Em comemoração ao centenário de Roberto Campos (1917-2001), a Livraria Resistência Cultural Editora entrega ao público este “Lanterna na proa – Roberto Campos Ano 100”, obra organizada por Ives Gandra Martins e Paulo Rabello. Mais de sessenta personalidades do mundo literário, diplomático, político e empresarial se debruçam sobre a vida e a obra do admirável brasileiro, apontando, a partir das suas ideias de liberdade, os caminhos que o Brasil deve trilhar para o desenvolvimento. Depois do sucesso de “O homem mais lúcido do Brasil – as melhores frases de Roberto Campos”, organizado por Aristóteles Drummond – um dos colaboradores do presente livro –, a Resistência Cultural, com este “Lanterna na proa”, firma-se como editora comprometida com a divulgação do pensamento do grande economista e estadista, sobretudo em seu centenário, proclamando 2017 o Ano Roberto Campos.”

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Uber vs Táxis – como acabar com esta guerra?

A regulação brasileira cria problemas desnecessários, e este caso é um bom exemplo. Tanto táxi quanto Uber tem sua parcela de razão. Ambos são vítimas de um sistema ineficaz e injusto.

A raiz do problema é a regulação dos táxis. Não há necessidade disto existir. Pense comigo: é realmente necessário enfrentar um processo demorado e caro só para poder fazer corridas? Tá na cara que não. São essas barreiras que impedem muitos brasileiros de ter acesso ao mercado de trabalho, justamente por não poder empreender, e que consequentemente priva a população de ter mais serviços.

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Manifesto de fundação do Círculo Monárquico de São Luís

Na última Sexta-feira (19) foi realizada em São Luís a Solenidade de lançamento do Círculo Monárquico de São Luís, o qual lançou seu manifesto que você confere logo abaixo.

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Manifesto de fundação do Círculo Monárquico de São Luís

Nesta segunda década do século XXI, em que a vida cotidiana se faz cada mais dependente da alta tecnologia, numa época de ampla democracia e direitos disseminados – por que se falar de monarquia?

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Vida intelectual versus vida de curiosidade

Publicado originalmente em permanência.org.br

(Esta conferência foi proferida na Jornada de Formação do MJCB em 2012. Apresentamos aqui a sua transcrição).

 Pe. Luiz Cláudio Camargo FSSPX

A obra que estamos propondo realizar em nossos priorados consiste exatamente na idéia da universidade: versus unum. A universidade é a reunião de todas as faculdades, iluminadas pela Teologia. A nossa vida precisa alcançar essa unidade mais elevada, e o lugar privilegiado para isso, na situação em que nos encontramos hoje, são os nossos priorados.

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O corpo e a dignidade humana

Por Rodrigo Couto

As tradições de inúmeros povos costumam moderar os usos do corpo, algo evidenciado desde o cotidiano (por exemplo, pelas regras relativas ao vestuário e nudez), até os ritos de passagem mais importantes. Tradicionalmente, o aprimoramento de atos da vida civil depende não apenas da disposição das partes, mas de manifestações físicas, como com a consumação do matrimônio. A volição do espírito, embora importante, não seria suficiente para a ultimação, e isso faz do corpo algo além de mero invólucro para a consciência, e possuidor de grau de dignidade superior ao conferido a um simples veículo para a comunicação das vontades individuais. O Cristianismo contemplou esse fato, evidentemente, com a Encarnação, suficiente para demonstrar o valor singular das formas humanas. O mesmo valor foi demonstrado com a Ressurreição.

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O papel das tendências na luta contra-revolucionária

Por José Carlos Sepúlveda

Apresentação por ocasião do colóquio sobre estratégia contra-revolucionária – Palácio da Independência (Lisboa) em  19 de Dezembro de 2015

 A finalidade destes colóquios, bem como dos estudos que ao longo do ano são realizados e debatidos nos encontros das sextas-feiras, é considerar o fenómeno revolucionário em toda a sua amplitude religiosa, moral, filosófica, histórica, política, social, artística, etc.

Ao debruçarmo-nos sobre o acontecer revolucionário é imperioso também considerar a Contra-Revolução nas suas diversas manifestações de pensamento e nas suas organizações de acção e de luta, ao longo dos tempos.

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Silvio Santos x Sheherazade: qual o verdadeiro problema?

Por Francisco Bezerra

Ganhou bastante repercussão nas redes sociais o constrangimento sofrido pela jornalista Rachel Sheherazade na premiação do Troféu Imprensa. O fato tomou relevância, principalmente, porque a saia justa foi promovida pelo seu próprio chefe, o apresentador e dono do SBT Silvio Santos, o qual revelou a pressão que sofre por conta das opiniões de alguns de seus funcionários. Sheherazade foi premiada como melhor apresentadora no voto dos internautas. Ao se apresentar para receber o troféu das mãos do próprio Silvio Santos, foi criticada ao vivo pelo chefe pela acidez de seus comentários. O dono da emissora afirmou de forma irônica que se ela quisesse dar sua opinião, que ela comprasse uma emissora ou fosse para outra. O seu papel no SBT é dar notícias e não opinião.

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José Mayer, UFMA e o estupro da realidade

Por Lourival Souza

As providências tomadas em relação aos estupros ocorridos na UFMA e o assédio de José Mayer tem muito a nos dizer sobre a nova forma de um velho hábito: a promoção da impunidade.

Surge por aqui o argumento da “cultura do estupro”, ou seja, a de que nossa sociedade é educada para tal, com efeito, todo homem é um potencial estuprador. Pronto, não existem mais inocentes e culpados, só estupradores e potenciais estupradores. Perceberam a insanidade?

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O batimento cardíaco do feto não prova a vida?

Por Wesley J. Smith

Puxa vida, alguns na esquerda continuam fingindo que não sabemos quando começa a vida humana.

Claro que sabemos. Isto é uma questão científica. Os livros de embriologia elucidam a concepção.

Isso significa que eu e você somos o mesmo organismo desde aquele momento em que éramos uma célula.

As vezes as tentativas de negar essa realidade científica são uma comédia, como neste artigo de Elissa Strauss  que reivindica que uma batida de coração não é necessariamente prova de vida, como no artigo Quando a vida começa? Não é tão simples:

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