Expresso Liberdade debaterá o projeto Escola Sem Partido nesta quinta (11)

Nesta quinta-feira (11) a convite da Escola Liceu Maranhense, Francisco Bezerra, coordenador do Núcleo de Cultura, Educação Família e Sociedade do Expresso Liberdade, debaterá o PLS 193/2006 ou “Programa Escola Sem Partido”, de autoria do senador Magno Malta que trata da doutrinação na escola.

Debatedores:

  • Francisco Bezerra
  • Fabiano Lopes
  • Campos Júnior

Data: 11 de agosto.

Horários: 09h30 e 15h.

Local: Auditório do Liceu Maranhense.

 

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Reflexões para o movimento liberal e conservador

Completo em 2016, dez anos de envolvimento com a divulgação das ideias liberais, conservadoras e tudo quanto achei necessário defender. Comecei na faculdade e não parei desde então: DA, DCE, partido político, estudos, leituras, conversas, editora, eventos e a fundação de dois institutos. Uma boa bagagem. Assisti nesse período uma escalada de popularidade que sequer imaginei: institutos, eventos, tendências, adesão de celebridades e as editoras. Esta última, o salto da década.

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Uma lição de Rocky e Adrian

Por Lourival Souza

Alerta: Spoilers! Spoilers!

Quem cresceu nos 90 certamente assistiu aos filmes do Stallone: músculos, porradas, explosões, tiros, donzelas e vilarejos em perigo. Rocky, de longe, foi o que mais me encantou. O boxe e sua classe, a trilha sonora, um grande desafio e um homem a altura deste. Por anos a minha impressão e a de muita gente (por ser nova, talvez) era de que se tratava de um filme de boxe, no máximo um drama de boxe, afinal, a luta era o clímax.  Assistindo ao sexto filme, em que o veterano Rocky volta a lutar, o drama fica mais claro. Confesso que achei em muitos momentos meloso, mas aí me dei conta que tinha uma razão, uma senhora razão: a saudade de Adrian não apenas o deprimia, mas o atacava ferozmente. Foi quando entendi que Rocky vagava como um guerreiro sem guerra, como um cão fiel que perde o seu mestre. Adrian era o elemento que faltava, aquela moça encabulada, quatro-olhos era a força e o equilíbrio do garanhão italiano.

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Uma doença mental chamada aborto

Por Lourival Filho – Atualizado em 30/11/16

Todo problema deve ser tratado com sobriedade e compromisso com a verdade. Esse é o espírito intelectual. Do contrário, posições não passam de preconceitos organizados que só agravam a situação. Por isso, leio artigos e vou a eventos onde existem opiniões diferentes das minhas, pois sempre há algo que pode ser aproveitado. A opinião do opositor honesto pode levantar um ponto de vista ou uma informação que eu não tenho.

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Quem é o inimigo do consumidor? Ou resposta as ações do PROCON Maranhão

Por Lourival Filho

Duas notícias esta semana me fazem voltar a falar do PROCON Maranhão, que continua a enfrentar o termômetro ao invés da febre. Em outra oportunidade expliquei porque suas ações não possuem fundamento econômico, e que seu tempo, energia e foco são desperdiçados em atividades que pouco ou negativamente influem no desafio de promover Justiça para o consumidor. Hoje gostaria de uma abordagem ligeiramente diferente, existe uma grande empresa que necessita urgentemente de fiscalização e eles podem me ajudar.

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A tragédia do PROCON e daqueles que só querem ajudar

Por Lourival Filho

 
Aviso de cara que sempre critico com a melhor das intenções, pois o contraditório nas terras do Maranhão tem status de ofensa e quase sempre é creditado a intriga de grupo político. Esta semana fiquei sabendo de mais uma ação do PROCON que a meu ver não compreende ainda a dimensão do que é defender o consumidor. Reconheço que há por parte deles boas ações, boas intenções e motivação. No entanto, o foco de suas ações acusa a falta de sólido fundamento em ciências sociais, especificamente em economia.

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Angus Deaton, o economista que busca as chaves do desenvolvimento

angus-deaton

Por Guillermo Coverton.

O economista Angus S. Deaton foi premiado nesta segunda feira com o prêmio do Banco da Suécia em Ciências Econômicas, em memória de Alfred Nobel, entregue anualmente desde 1968.

Nascido em Edinburgo (Escócia) em 1945, trabalha desde 1983 com pesquisas na universidade de Princeton (EUA), onde ocupa a cátedra Dwight D. Eisenhower de Economia e Assuntos Internacionais da Escola Woodrow Wilson de Políticas Públicas e Relações Internacionais do departamento de Economia.

Deaton graduou-se em Cambridge, onde também obteve seu mestrado e doutorado. Este último com a tese “Modelos de demanda dos consumidores e sua aplicação no Reino Unido”. Têm dado aulas na Inglaterra, tanto em sua alma mater como na Universidade de Bristol.

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A idéia da universidade e as ideias das classes médias

Por Otto Maria Carpeaux

Jamais esquecerei o dia em que entrei pela primeira vez, com toda a ingenuidade dos meus dezoito anos, no solene recinto da Universidade da minha cidade natal. Um pórtico silencioso. Nas paredes viam-se os bustos dos professores que ali estudaram e ensinaram; no busto de um helenista lia-se a inscrição: “Ele acendeu e transmitiu a flâmula sagrada”; e no busto de um astrônomo: “O princípio que traz o seu nome ilumina-nos os espaços celestes.” No meio do pátio, num pequeno jardim, sob o ameno sol de outono, erguia-se uma estátua de mulher nua, com olhos enigmáticos: a deusa da sabedoria. Silêncio. Não esquecerei nunca.

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Gramsci e o Brasil

Por Marcel Domingos Solimeo

O livro A Revolução Gramscista no Ocidente, de Sergio Augusto de Avellar Coutinho, embora não seja tão recente, continua cada vez mais atual, porque, à medida que o tempo passa, verifica-se que avançamos muito na aplicação da estratégia definida por Gramsci para a conquista do poder. Fatos e ações que parecem isolados apresentam uma direção e um objetivo comum na linha definida pelo filósofo italiano.

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A falta que faz um Roberto Campos

Por Aristóteles Drummond

Neste momento em que o Brasil e o mundo vivem em torno de problemas econômicos, sinto mais do que nunca a falta da lanterna que iluminou parte de minha geração, a figura singular de Roberto Campos.

No Brasil, estamos atravessando essa crise com uma proposta de ajuste, sem a apresentação de outros caminhos. O governo conta com o que vem propondo, e a oposição se limita a criticar.

Roberto Campos conhecia os homens e o jogo ideológico, tendo vivido intensamente o pós-guerra, o duelo da economia de mercado com a centralização socialista. Conhecia as manhas, os argumentos inconsistentes e fora da realidade. Foi a seu tempo um profeta, pois seu envolvimento tinha lastro na realidade e não em utopias.

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